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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Filha de Tabirenses é destaque no Globo repórter

O título da matéria é: Amigas abrem delivery de orgânicos com investimento de R$ 700 cada. A engenheira Hany e a arquiteta Manu trocaram as pranchetas e os projetos por frutas, legumes e verduras. A engenheira química Hany é (filha dos tabirenses Moacir Batista Oliveira, já falecido e Marieta Carvalho de Oliveira, nascida no sitio Oitis). 

Hoje, Hany e Manu distribuem saúde para os clientes. Elas cruzam as ruas do Recife. Fazem uma entrega aqui, outra ali. E ainda tem muito mais pela frente. Que tipo de negócio pode surgir quando uma arquiteta e uma engenheira química decidem fazer uma parceria? Não tem nada a ver com a área em que elas trabalhavam. As duas decidiram seguir um caminho novo. E a coragem pra isso veio da vontade de mudar de vida. E a mudança foi radical. 

A Manu pediu demissão do escritório de arquitetura. A Hany trabalhava numa refinaria. E se ofereceu para sair quando a empresa anunciou cortes de funcionários. As amigas estavam determinadas: queriam abrir o próprio negócio. E abriram um delivery de orgânicos. Mas elas se prepararam. Foram dois meses de planejamento e testes. E planejamento foi a palavra que elas mais ouviram quando foram procurar ajuda para abrir a empresa. O tão sonhado negócio próprio virou realidade com R$ 1.400 - R$ 700 de cada uma. Com esse dinheiro, elas legalizaram a empresa e ainda sobrou para comprar os uniformes, as cestas e as sacolas usadas nas entregas. Por enquanto, a empresa funciona na casa dos pais da Manu. Ser dona do próprio negócio significa trabalhar a hora que quiser, ter flexibilidade, escolher como vai ser a rotina? Nada disso. Tem um preço. 

O dia a dia da Hany e da Manu agora começa bem mais cedo: 4 horas da manhã é a hora em que os fornecedores começam a chegar pra fazer a entrega dos produtos e as duas já estão de pé. Faltam umas horinhas a mais de sono na vida agora, mas, o que não falta é alegria no novo trabalho. As meninas encaram o trabalho pesado. Tem muita caixa para carregar, mercadoria pra pesar, conferir e pagar. Em um ano as amigas passaram de três entregas por dia para 23. E estão até pensando em abrir uma loja.


Por Anchieta Santos

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