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terça-feira, 19 de abril de 2016

Santa x Campinense, a final da Lampions, com bônus de R$ 1 milhão e vaga na Sula

Uma decisão inédita na história da Copa do Nordeste, reunindo dois estados vizinhos, semelhantes, irmãos. Pernambuco e Paraíba. Do lado de cá, o Santa Cruz, pela primeira vez decidindo o título regional, em mais uma reviravolta, tão comum nos últimos anos pelas bandas do Arruda. Cresce na hora certa, como diria Zé Teodoro, comandante no título estadual de 2011, um marco nesta nova vida. Do lado de lá, o Campinense, o maior clube do interior nordestino, com muita raça para encarar de frente os maiores, contra os prognósticos. Aliás, vai pelo bicampeonato, três anos após uma conquista tida como inigualável.
Mesmo com status de Série A, financeiramente bem acima da maioria dos rivais no torneio, o Santa Cruz soube a hora de reconhecer a estagnação técnica. Mudou em busca da evolução perdida na virada do ano. E a chegada de Milton Mendes fez, sim, diferença no mata-mata. Enquanto isso, numa busca anual para ao menos participar da Série D, o Campinense mantém um crescimento organizacional paulatino, que a médio prazo já se mostra vencedor. Final justa.
Após passar por cima de Bahia e Sport, em disputas emocionantes até os últimos instantes, os finalistas de 2016 vão por todos os ganhos possíveis oferecidos no principal torneio da região. Cada um já ganhou R$ 1,385 milhão em cotas nas três fases disputadas. Agora, mais R$ 500 mil para o vice e R$ 1 milhão para o campeão, que ainda garantirá vaga na Sul-Americana. Pois é, um dos dois terá uma inédita participação internacional no segundo semestre. Um bônus mais pra frente. Hoje, foco total na Lampions League. 
por: Cassio Zirpoli 

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