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sábado, 13 de junho de 2015

Carlos Veras é reeleito presidente da CUT em Pernambuco.

Nesta tarde desta sexta-feira (12), os mais de 500 delegados sindicais reelegeram em  chapa única, no Congresso Estadual, a nova direção executiva da Central Ùnica  dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE).  O agricultor rural e natural de tabira,  Carlos Veras, foi reconduzido ao cargo de presidente, para  gestão 2015/2019 (quadriênio).
A reeleição da nova direção cutista aconteceu no 14º Congresso Estadual da Central Pernambuco (CECUT), que está sendo realizado no centro de formação e lazer, do Sindsprev, BR-101/Norte, bairro da Guabiraba, no Recife. O evento se encerra amanhã (13), com plenária final a partir das 09 horas. Carlos Veras comentou que sua reeleição no atual momento de luta e resistência da classe trabalhadora, é o resultado de uma gestão democrática e participativa que vem trabalhando junto aos sindicatos e em parceria, principalmente, com os movimentos sociais, estudantil, negro e das mulheres.Pontuou, ainda, sobre a necessidade das reformas agrária e política, convocando a classe trabalhadora para se manter unida, defender seus direitos contra a política econômica e o ajuste fiscal do governo.
Veras começou a sua trajetória como presidente da Associação Rural de Poço de Dantas com apenas 18 anos. Depois foi coordenador do Complexo das Cooperativas do Sertão, secretário-geral da Cooperativa de Crédito Ecosol-Pajeú, Tesoureiro da Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS)-CUT, vice-presidente da Central na gestão 2009-2012 e presidente no período de 2012/2015.
Este, na verdade é primeiro Congresso da CUT em Pernambuco a eleger uma direção paritária, entre homens e mulheres na direção. Veras disse que  é mais um passo importante que as mulheres cutistas estão dando dentro desta luta histórica pela busca do seu espaço. " Um momento histórico para o movimento sindical cutista, que trará muitos benefícios para a classe trabalhadora", afirmou.
Conforme deliberação do 11º Congresso Nacional da CUT (CONCUT), em 2012, a paridade de gênero deverá valer tanto para a composição dos quadros diretivos da nacional e das estaduais quanto para a participação de delegações em todas as etapas.

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