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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Adutora do Pajeú está ameaçada pelo nível de Sobradinho.

Quem propagou que a Adutora do Pajeú teria status de solução definitiva para as cidades atendidas em sua primeira etapa vendeu uma ilusão. De acordo com  o que o blog do Nill apurou, com base em fax circular da Chesf, datado de 14 de maio,  armazenamento de água na Barragem de Sobradinho, onde há a captação para a Adutora do Pajeú, é o mais baixo já registrado no seu histórico de operação. Com cerca de 15%, chega a ser mais baixo que nos anos em que foi determinado racionamento de energia, quando esteve respectivamente em 17% e 28%. 

O documento acrescenta que “considerando a continuidade das condições hidro meteorológicas desfavoráveis, a autorização pelo Ibama para testes de redução de vazão de Sobradinho para patamares de 900 metros cúbicos por segundo. O fato é que a Chesf apresentou proposta autorizando essa redução. Desde ontem quarta-feira, dia 3 – curiosamente dia de luta em defesa do São Francisco – a vazão já caiu para 950 metros cúbicos por segundo. E uma semana depois, dia 10 de junho, cairá a 900 metros cúbicos por segundo. 

O Comunicado da Chesf foi assinado por João Henrique de Araújo Frankilin Neto, Superintendente de Operação e Contratos de Transmissão de Energia. A preocupação tem relação com a perspectiva de racionamento de energia. O impacto de uma pane no sistema ou novo apagão amedronta a Companhia.  Outra informação é de a Compesa já está licitando balsas para caso de baixar muito o nível do reservatório. A Codevasf já havia sinalizado que, mesmo com 15% de sua capacidade, o nível da Barragem de Sobradinho já tem status de volume morto.

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